quarta-feira, 30 de junho de 2010

Secretaria de Meio Ambiente interdita pedreira em Parada Angélica


O terreno do depósito de pó de pedra da Mineiração Carneiro será murado e fechado

A Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Agricultura e Abastecimento (SMMAAA) interditou na última sexta-feira, 25 de junho, a pedreira da Mineração Carneiro, na Rua Zumbi dos Palmares, em Parada Angélica. A medida foi determinada pelo secretário Samuel Maia porque a direção da empresa não cumpriu as exigências do órgão. Os problemas causados pela pedreira na comunidade foram denunciados por moradores em maio.
Durante a fiscalização no local, foram detectados, entre outros problemas, a falta de limpeza das caixas de drenagem, do sistema de esgoto e de águas pluviais, entupido por causa do derramamento de pó-de-pedra nas ruas de acesso e saída da pedreira que também apresentam problemas por causa do peso dos caminhões que transportam brita. O terreno onde a empresa estoca pó-de-pedra também não foi murado conforme determinação do órgão municipal.
Samuel Maia constatou também que a Empresa Mineração Carneiro explorava também, irregularmente, a retirada de saibro do terreno para aumentar a área de exploração.
“A direção da empresa para voltar a funcionar vai ter que apresentar a licença de operação concedida pelo Inea (Instituto Estadual do Ambiente). O documento não existe; na vistoria era apresentado um protocolo com mais de dois anos. Eles terão que se adequar às normas ambientais e recuperar tudo que destruíram na comunidade, além de sinalizar as ruas de acesso à pedreira”, informou Samuel Maia.
Para Samuel Maia, a ação mostra a preocupação do governo com as questões ambientais. “Estamos atentos às irregularidades existentes em empresas de mineração. Essa é a segunda pedreira interditada pelo município. A Polimix, na Taquara, estava proibida de funcionar pelos mesmos problemas. Mas voltou a operar através de liminar concedida pela Justiça”, frisou.

Texto: Paulo Gomes/Assessoria de Comunicação PMDC
Foto: Everton Barsan/Assessoria de Comunicação PMDC

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Duque de Caxias é bicampeã na vacinação contra febre aftosa

Duque de Caxias vacinou 100% do rebanho bovino contra febre aftosa

Pelo segundo ano consecutivo, o município de Duque de Caxias conseguiu vacinar todo o seu rebanho na campanha contra a febre aftosa. Para o secretário municipal de Meio Ambiente, Agricultura e Abastecimento, Samuel Maia, o bicampeonato mostra o esforço do governo em preservar a área rural e cuidar da pecuária. Na primeira fase da campanha, realizada em maio, foram aplicadas mais de 12 mil vacinas. A segunda etapa acontece em novembro.
Samuel Maia explica que a febre aftosa é uma doença altamente contagiosa que ataca todos os animais de casco fendido - como bovinos, suínos, caprinos e ovinos - e deve ser aplicada de seis em seis meses. “É muito importante vacinar os animais", diz. A Organização Internacional de Epizootias (OIE), sediada em Paris, classifica a febre aftosa como uma das doenças contagiosas mais sérias, por causa das perdas econômicas muito grandes.
A Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Agricultura e Abastecimento (SMMAAA) mantém à disposição dos pecuaristas um núcleo de atendimento no distrito de Xerém. Os criadores podem se dirigir à Praça Engenheiro Leão de Moura, 4, próximo a Biblioteca Municipal, ou ligar para (21) 2679-4292.
Texto: Paulo Gomes/Assessoria de Comunicação PMDC
Foto: Willy Rangel/SMMAAA/arquivo/11.09.2009

terça-feira, 22 de junho de 2010

Pequeno agricultor fornecerá merenda para rede de ensino


Agricultor se cadastra para fornecer seus produtos à Prefeitura

Mais de 50 agricultores de Duque de Caxias já estão habilitados a fornecer seus produtos para a merenda escolar da rede municipal de ensino. A iniciativa partiu da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Agricultura e Abastecimento (SMMAAA) e, para o o cumprimento da Lei Federal 11.947, de 16 de junho de 2009, eles estão sendo reconhecidos e já conquistaram a Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP). A lei prevê que 30% da merenda oferecida pela rede pública sejam provenientes da agricultura familiar.
Na última quinta-feira, 17 de junho, 27 agricultores do assentamento Terra Prometida, em Xerém, receberam a DAP da Empresa Técnica de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater-Rio) e do Departamento de Segurança Alimentar e Nutricional Sustentável (Desans). Também já conquistaram a DAP os agricultores da comunidade Tabuleiro, na mesma região.
"A iniciativa é inédita no estado. A DAP é como uma carteira de identidade do agricultor e o credencia a fornecer produtos para merenda da rede municipal de ensino. É um grande salto na aplicação da legislação federal em Duque de Caxias", disse o secretário municipal de Meio Ambiente, Agricultura e Abastecimento, Samuel Maia, acrescentando que o governo está indo em busca do agricultor das comunidades de difícil acesso.
A SMMAAA mantém à disposição dos agricultores um núcleo de atendimento no distrito de Xerém. Os produtores podem se dirigir à Praça Engenheiro Leão de Moura, 4, próximo à Biblioteca Pública, ou ligar para (21) 2679-4292 e (21) 9191-9595.



SMMAAA habilita mais de 50 pequenos agricultores de Duque de Caxias

Texto: Paulo Gomes/Assessoria de Comunicação PMDC
Fotos: Marcela Monteiro/SMMAAA

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Conheça os números nada verdes da Copa do Mundo 2010

Estudo mostra que Copa na África do Sul será o evento com as maiores emissões do mundo dentre aqueles que se propuseram a ser "neutros" em carbono



Construção de estádios, como o Soccer City (acima), e uso de materiais corresponde a 15.359 toneladas de emissões

Jogadores em campo, uma bola, 32 seleções classificadas, 30 dias de competição e 2,75 milhões de toneladas de dióxido de carbono emitidas.
Não se espante com a disparidade do último número: segundo um estudo realizado pela Embaixada da Noruega e pelo governo da África do Sul, a Copa do Mundo 2010 será o evento com as maiores emissões do mundo dentre aqueles que se propuseram a ser "neutros" em carbono.
A principal responsável por essas emissões é a quantidade de viagens internacionais ligadas ao evento, responsáveis por 1.856.589 toneladas de CO2, ou 67% do total. Ainda assim, excluindo este número, a pegada de carbono do mundial da Fifa é mais de oito vezes a estimada da Copa de 2006, na Alemanha.
A análise detalhou a origem das emissões (e como poluição sonora não fazia parte do estudo, as vuvuzelas escaparam da culpa). O transporte entre cidades deve corresponder a 484.961 toneladas, já o transporte dentro das cidades representa 39.577.
A construção dos estádios e uso dos materiais corresponde a 15.359 toneladas de emissões, já o uso dos mesmos, incluindo gastos energéticos, deve ficar em torno de 16.637 toneladas. O uso de energia nas acomodações dos turistas, atletas, comissões técnicas, imprensa e etc representam 12% do total - 340.128 toneladas.
Entre os fatores apontados para o impressionante número total (2.753.250 toneladas emitidas) está a localização geográfica da África do Sul. Outro fator que contribui é que, apesar dos investimentos da organização para diminuir as emissões na construção de estádios, há poucos meios de transporte "limpos", como trens elétricos, ligando as cidades.

Texto: Paula Rothman/Portal Exame
Foto: Google

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Saiu no jornal

Confira matérias que saíram no jornal "O Dia" de 6 de junho de 2010.

Esforço para manter o verde
Cidades da Baixada desenvolvem ações de preservação do meio ambiente, mas ainda enfrentam sérios problemas

No Dia Mundial do Meio Ambiente, a Baixada teve motivos para comemorar, mas também para ficar em alerta. Vários municípios têm ações de incentivo à preservação da natureza, mas todos com problemas de questão ambiental a serem resolvidos.

Muitas ações comunitárias garantem a preservação
Projetos de coleta seletiva e reciclagem são desenvolvidos em diversas cidades, levando conscientização a crianças e jovens e prática a adultos que antes não pensavam no assunto
Duque de Caxias tem um cuidado especial com os estudantes. Através da Caravana Ecológica, universitários podem tirar suas dúvidas sobre questões ambientais e licenciamento. Já o projeto Guardas Mirins realiza palestras e passeios de estudo com alunos das redes pública e particular por diversas áreas ecológicas da região. A prefeitura também distribui cartilhas de educação ambiental e tem um projeto de arborização do Centro e bairros periféricos. “Nossa intenção é começar as ações no segundo semestre”, diz o secretário de Meio Ambiente, Samuel Maia.

quarta-feira, 16 de junho de 2010

PF fecha cerco pela natureza

Policiais federais combatem o tráfico ilegal de animais em reserva biológica e feiras de municípios da Baixada
Policiais federais prendem caçadores que atuavam ilegalmente na
Reserva Biológica do Tinguá, em Nova Iguaçu: animais mortos e muitas armas
A Polícia Federal está de olho nas quadrilhas especializadas na caça e comércio de animais silvestres na Baixada. Os alvos são principalmente a Reserva Biológica do Tinguá, em Nova Iguaçu, e a feira livre de Duque de Caxias, apontada com um dos locais de maior tráfico do gênero no mundo, seja para uso de estimação, gastronomia ou magia negra. A feira foi ponto de partida da maior investigação no país.
Ex-titular da Delegacia de Repressão a Crimes contra o Meio Ambiente e o Patrimônio Histórico (Delemaph) e atual chefe do Núcleo Nova Iguaçu de Polícia Federal, o delegado Alexandre Saraiva já pediu a prisão de maia de uma centena de caçadores e traficantes de animais, ao fim de três inquéritos, que culminou em buscas e apreensões em vários estados, na Operação Oxóssi – uma alusão ao orixá protetor da floresta. Os acusados foram identificados através de interceptações telefônicas autorizadas pela Justiça.
“A Reserva Biológica do Tinguá é uma concentração da biodiversidade e a feira livre de Caxias o maior ponto de venda. Qualquer atividade comercial precisa do produto, do vendedor e do ponto que é fundamental, porque todo mundo fica sabendo onde buscar. E é isso que estamos combatendo. Quem for comprar animais em Caxias vai se dar mal”, afirma o delegado.

Mais visado
Entre os animais mais visados estão papagaios, araras, tucanos, arapongas, sabiás, trinca-ferros, curiós e canchãos, macacos, tatus, preguiças, gambás, cágados, jabutis e cobras.
Os caçadores de animais em extinção na Reserva de Tinguá utilizam armas de fogo, como espingardas, e armadilha conhecida como trabuco, artefato de fabricação caseira que é detonado sempre que o animal toca na linha de náilon esticada em uma trilha. “É um método extremamente nocivo, que não discrimina tamanho e nem espécie animal, matando os bichos em grande quantidade”, lamenta o delegado.
Armas apreendidas em operações da PF em matas da Baixada

O porco-do-mato, por exemplo, é um dos animais mais visado pelos criminosos, por causa da valorização de sua carne em restaurantes. “De um lado há o caçador e do outro o comerciante. Agem às claras, dando uma sensação de impunidade”, critica o policial.
Nos últimos dois anos, a PF fez incursões na Rebio Tinguá, onde prendeu dezenas de infratores, apreendeu trabucos e outras armas e destruiu mais de 40 ranchos (cabanas de caçadores). “Vamos reprimir os criminosos e autuá-los por receptação e formação de quadrilha, por serem crimes inafiançáveis, punidos com maior rigor do que a lei dos crimes ambientais”, diz Saraiva.

Texto: Geraldo Perelo/O Dia/06.06.2010
Fotos: divulgação

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Passivo ambiental

Imagem aérea do aterro sanitário de Jardim Gramacho. Foto faz parte da exposição
Caxias Mais Verde, em cartaz do Caxias Shopping até o dia 20 de junho


Passivo ambiental é o conjunto de todas as obrigações que as empresas têm com a natureza e com a sociedade, destinado exclusivamente a promover investimentos em benefício ao meio ambiente, significando que quando as empresas ou indústrias geram algum tipo de passivo ambiental, elas têm que gerar também investimentos para compensar os impactos causados à natureza, e esses investimentos têm que ser de igual valor.

Os passivos ambientais ficaram amplamente conhecidos pela conotação mais negativa, ou seja, as empresas que o possuem agrediram significativamente o meio ambiente. Assim sendo, pagaram ou pagarão multas ou vultosas quantias a título de indenização a terceiros para a recuperação de áreas danificadas. Os passivos ambientais podem ser originários de atitudes ambientalmente responsáveis que provoquem a execução de medidas preventivas para evitar danos ao meio ambiente. Os consequentes efeitos econômico-financeiros dessas medidas é que geram o passivo ambiental.

Em Duque de Caxias, os dois principais passivos ambientais são o Aterro Controlado de Jardim Gramacho e a ampliação da Refinaria Duque de Caxias (Reduc) e do Polo Gás-Químico. Representam passivos ambientais a serem mitigados (amenizados) e monitorados, pois geram e irão gerar recursos financeiros ao município, bem como projetos socioambientais para a cidade e seu entorno.

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Exposição sobre meio ambiente em Imbariê


Os moradores de Imbariê e comunidades vizinhas têm até sexta-feira, 11 de junho, oportunidade de visitar a exposição sobre meio ambiente montada na biblioteca pública. A exposição foi aberta na semana passada pelo secretário municipal de Meio Ambiente, Agricultura e Abastecimento, Samuel Maia, e vem atraindo grande número de visitantes que recebem informações sobre preservação do meio ambiente.

Durante a semana, a biblioteca promoveu visitas guiadas ao Parque Natural Municipal da Taquara, que ocupa uma área de 200 mil metros quadrados. Os moradores assistiram a palestras sobre a criação do parque e sua flora e fauna e conheceram uma parte da área percorrendo suas trilhas. A biblioteca pública de Imbariê, mantida pela Secretaria Municipal de Cultura e Turismo, fica na Avenida Coronel Sisson, próximo à estação de trem, e funciona de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h.


Texto: Paulo Gomes/Assessoria de Comunicação PMDC