sábado, 5 de fevereiro de 2011

Choque de ordem no Parque da Taquara

Samuel Maia comandou a operação no Parque da Taquara

Para controlar a entrada não autorizada de pessoas no Parque Natural Municipal da Taquara, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Agricultura e Abastecimento (SMMAAA), com o apoio da Guarda Florestal, instalou uma barreira na entrada do reservatório da Cedae que fica dentro da unidade de conservação. Na operação da SMMAAA, foi apreendida uma carga de carvão que iria ser usada no reservatório explorado pela empresa de água e esgotos do governo estadual.
Para o secretário municipal de Meio Ambiente, Agricultura e Abastecimento, Samuel Maia, a operação foi um sucesso. “Devemos nos manter vigilantes, pois a desordem não voltará a reinar em nossa cidade, e a lei ambiental será cumprida para o nosso bem e o das futuras gerações”, afirmou.
Agentes da SMMAAA reforçaram a segurança na entrada da unidade de conservação.

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Cooperativa de catadores ganhará veículos da Prefeitura

Samuel Maia em área clandestina de lixo no Jardim Gramacho

A Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Agricultura e Abastecimento (SMMAAA) encaminhou à Procuradoria-Geral do Município solicitação para abertura de licitação para compra de quatro veículos para serem entregues às cooperativas de catadores de lixo estabelecidas no bairro Jardim Gramacho. A iniciativa é para reforçar a coleta seletiva hoje realizada pelo Governo em parceria com comunidades educadoras em seis bairros, e encaminhada às quatro cooperativas de catadores do aterro do Jardim Gramacho. Os recursos, cerca de R$ 300 mil, sairão do Fundo Municipal de Meio Ambiente com aprovação da executiva do Conselho Municipal de Defesa do Meio Ambiente (COMDEMA).

A parceria de cooperação técnica foi anunciada durante assembleia de catadores realizada no dia 26 de janeiro, pelo secretário Samuel Maia. Durante o encontro foi firmada parceria com a Associação Nacional de Catadores para realização no município, em agosto, do Encontro Nacional de Catadores.

Na ocasião, Samuel Maia disse aos participantes da assembleia que a Secretaria Estadual de Ambiente tem o compromisso com o prefeito José Camilo Zito de construir alternativas para destinação final do lixo produzido em Duque de Caxias. “As atividades do aterro do Jardim Gramacho começam a diminuir a partir de abril. A partir de dezembro, só o lixo produzido no município poderá ser vazado no local”, disse o secretário.

“Criado em 1976, no regime militar, o aterro sanitário do Jardim Gramacho pertence à cidade do Rio e é explorado pela Comlurb. O gás produzido é explorado pela empresa Nova Gramacho, de São Paulo, que já está vendendo parte da produção para Petrobras”, explicou Samuel Maia.

Texto: Paulo Gomes/Assessoria de Comunicação PMDC
Foto: George Fant/Assessoria de Comunicação PMDC

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Selo do Ministério da Agricultura vai regular o mercado de produtos orgânicos

Assista à matéria a seguir sobre produtos orgânicos, exibida no "Jornal Nacional" em 29 de janeiro de 2011.

Fonte: http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1422735-7823-SELO+DO+MINISTERIO+DA+AGRICULTURA+VAI+REGULAR+O+MERCADO+DE+PRODUTOS+ORGANICOS,00.html

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Saiu no jornal

Confira reportagem publicada no jornal "O Dia" em 30 de janeiro de 2011.


É difícil imaginar, mas um dos pontos mais degradados ecologicamente do litoral brasileiro, a Baía de Guanabara, abriga uma população fixa de golfinhos, animais geralmente associados com águas paradisíacas. Depois de resistirem durante anos, porém, os botos-cinza podem estar com data marcada podem finalmente sumir da Baía se continuarem desaparecendo no ritmo que indica um estudo do Projeto Mamíferos Aquáticos (Maqua), da Uerj.
O projeto, que conta com o apoio da Petrobras, fotografa duas vezes por semana as nadadeiras dorsais dos golfinhos encontrados e as compara as imagens em laboratório. As nadadeiras servem como uma espécie de ‘impressão digital’ desses animais, e, através do levantamento, é possível saber que, há 10 anos, existiam cerca de 70 botos-cinza na Baía, e, agora, são pouco mais de 40.
O estudo indica que, seguindo nesse ritmo, a população pode ser extinta até 2050. Os animais têm morrido vítimas de pesca acidental e, é claro, em decorrência de problemas trazidos pela poluição que atinge a Baía. “A qualidade ambiental pode fazer com que alguns animais abandonem a área e que novos botos de outras regiões não venham. A capacidade reprodutiva de algumas fêmeas também pode estar sendo afetada pela contaminação”, explica o professor de Oceanografia Alexandre Azevedo, da Uerj.
Atualmente, dois terços dos 17 municípios que circundam a Baía não tratam seu esgoto da maneira ideal. Segundo Azevedo, a interrupção do nível de degradação da Baía nos moldes atuais seria um passo para tentar reverter a saída dos botos. “Os novos investimentos têm que atentar para o impacto que causam na região”, alerta.
O boto-cinza é a única espécie de golfinho que se alimenta e reproduz na Baía de Guanabara de forma fixa. Outras espécies frequentam a região apenas de forma esporádica.


Em Sepetiba, outras ameaças


Sepetiba tem a maior concentração de espécies do litoral brasileiro

A maior concentração do Brasil de botos-cinza também fica no estado do Rio, na Baía de Sepetiba, onde existem mais de 800 animais. Lá, o que preocupa é o aumento de atividade nos portos da região.
“A área de fundeio dos navios que utilizam novos empreendimentos acabam se sobrepondo a áreas em que ficam os animais. A poluição sonora também os incomoda”, explica o biólogo Leonardo Flach, que coordena o projeto Boto-Cinza na baía.
Enquanto isso, outros projetos também tentam recuperar o ecossistema da região. Nos primeiros dias de janeiro, a Vale soltou 2 milhões de larvas de camarão rosa na Baía de
Sepetiba. A ação, realizada anualmente pela empresa desde 1996, ajuda a repovoar a região com o crustáceo.
Texto: João Ricardo Gonçalves/O Dia/30.01.2011
Fotos: divulgação

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Brasil terá sistema de alerta sobre eventos climáticos a partir do próximo verão

Sistema vai contar com equipamentos metereológicos,
como radares e pluviômetros, para tornar mais eficiente
a capacidade de prevenção de fenômenos climáticos

O governo federal anunciou a criação do Sistema Nacional de Prevenção e Alerta de Desastres Naturais. A decisão foi informada após reunião da presidente Dilma Rousseff com os ministros da Justiça, Defesa, Ciência e Tecnologia, Integração Nacional e Saúde. A expectativa é que o sistema esteja em funcionamento integral em quatro anos. No entanto, dados das áreas de risco mais críticas já devem estar disponíveis no próximo verão.
A montagem do sistema ocorrerá com a modernização dos equipamentos metereológicos, como radares e pluviômetros, para tornar mais eficiente a capacidade de prevenção de fenômenos climáticos, como chuvas fortes, e com mecanismos de alerta para a população de áreas de risco. “Temos que criar um sistema de alarme, dar conhecimento à população e informar os procedimentos que ela tem que tomar em casos de risco”, explicou o ministro de Ciência e Tecnologia, Aloízio Mercadante. Também será feito um levantamento geofísico para identificar as áreas de risco. As ações serão implantadas de forma gradual e a expectativa é que, em quatro anos, o sistema de defesa e alerta esteja concluído.

Fonte: Agência Brasil/17.01.2011

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Documentário sobre catadores de Jardim Gramacho é indicado ao Oscar

Assista à matéria a seguir exibida no "Bom Dia Brasil" na terça-feira, 25 de janeiro, sobre o filme "Lixo Extraordinário", coprodução anglobrasileira indicada ao Oscar de melhor documentário e que fala sobre os catadores do aterro sanitário de Jardim Gramacho, em Duque de Caxias.

A entrega do prêmio acontece em 27 de fevereiro de 2011, em Los Angeles, nos Estados Unidos.

Fonte: http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1419667-7823-DOCUMENTARIO+DE+VIK+MUNIZ+E+O+BRASIL+NO+OSCAR,00.html

Denúncia: estação de tratamento da Cedae em Duque de Caxias vira piscinão

População toma banho na represa que fornece água para estação de abastecimento da Cedae

A Estação de tratamento faz parte do PAC 2 em Duque de Caxias. A obra consiste na ampliação da estação de tratamento de 30 litros por segundo para 100 litros por segundo, melhoria na captação e reservatório. Os seguintes bairros seriam atendidos: Taquara, Imbariê, Vila Sapê, Jardim Rotsen e Parada Angélica.
A obra deveria ter sido concluída em julho de 2010, porém até hoje temos apenas as placas das obras e a população do 3º distrito continua sofrendo com a falta de água.
Nossa equipe constatou que a represa que serve para o fornece de água para a estação de tratamento está totalmente abandonada e virou um piscinão. A represa foi criada pra abastecer a fábrica têxtil Nova América.
Segundo denúncia de moradores é comum pessoas se afogarem na represa, que chega a ter 40 metros de profundidade em determinados pontos.
No local é possível ver crianças, idosos e até mesmo o consumo de drogas.
Durante toda a nossa visita (cerca de duas horas) não vimos qualquer policiamento ou segurança e as pessoas chegavam e iam embora normalmente.


Fonte: portal http://www.duquedecaxias.net.br/ 27.01.2011
http://www.duquedecaxias.net.br/index.php/voz-caxiense/70-click-cidadao/255-denuncia-estacao-de-tratamento-da-cedae-em-duque-de-caxias-vira-piscinao

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Certificação cresce no mundo e já é diferencial competitivo

Madeira ilegal x madeira legalizada: baixe folheto clicando aqui



A quantidade de florestas e empresas certificadas pelo Conselho de Manejo Florestal (FSC) tem aumentado significativamente nos últimos anos. O número de organizações que obtiveram a certificação de cadeia de custódia – que assegura que todo o processo produtivo acontece em conformidade com padrões de sustentabilidade ambiental e social – tem crescido, em média, 40% ao ano desde 2006. O total já chega a 17 mil instituições no mundo.

Em termos de extensão, a certificação FSC também vem crescendo de maneira expressiva. As áreas florestais referendadas pelo Conselho de Manejo Florestal aumentaram 16% nos últimos três anos. Atualmente são mais de 130 milhões de hectares certificados em todo o planeta. Deste total, 5 milhões estão em território brasileiro.

De acordo com o diretor do FSC Internacional, André de Freitas, a certificação tem se mostrado eficaz não apenas em termos de conservação, mas também como um diferencial competitivo de negócios. “Os produtos certificados têm mais acesso a diferentes mercados no Brasil e no mundo e já existem muitos casos em que os compradores remuneram melhor os produtos que têm o selo FSC”, observa o diretor.

André de Freitas acrescenta que o principal segmento que tem aderido à certificação é a indústria do papel, na fabricação de folhas para impressão, lenços, guardanapos e embalagens. “A demanda tem sido puxada, principalmente, por empresas, mas o consumidor final vem assumindo um papel cada vez mais importante no sentido de exigir produtos de origem sustentável, como aqueles com a certificação FSC”, avalia.

Para Mauro Armelin, coordenador do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Sustentável do WWF-Brasil, o crescimento da certificação em todo o mundo é irreversível.

“As áreas certificadas só não crescem mais no Brasil devido aos problemas fundiários na Amazônia e à confusão nos processos de licenciamento ambiental. Ainda é muito difícil licenciar um plano de manejo, o processo é oneroso e lento, durando em média seis meses e às vezes ultrapassando um ano”, critica Mauro Armelin.
Clicando aqui você pode fazer o download do guia "Seja Legal - Boas práticas para manter a madeira ilegal fora de seus negócios", da WWF-Brasil.
Fonte: WWF-Brasil/08.04.2010 (com adaptações)